Do líquido para o bruto

Toda negociação de salário acontece em líquido ("quero R$ 5.000 na mão") e todo contrato é assinado em bruto. Esta calculadora faz a tradução, com as tabelas de INSS e IRRF vigentes.

O que você quer na mão

R$

O valor que cai na conta, depois de INSS e IRRF.

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Do líquido para o bruto

Diga quanto quer receber na conta e descubra o salário que precisa estar anotado na carteira para chegar lá.

Por que a conta não é uma regra de três

  • Os descontos são progressivos, não proporcionais. O INSS cobra por faixa e trava num teto; o IRRF cobra por faixa e tem dedução por dependente. Por isso o percentual descontado muda conforme o salário sobe, e não existe um multiplicador único que sirva para todo mundo.
  • O aumento é sempre cobrado pela faixa mais alta. O dinheiro a mais entra no topo do seu salário, então ele paga a alíquota do topo. É isso que faz um pedido de aumento parecer maior para a empresa do que parece para você.
  • Existe uma faixa onde o aumento custa o dobro. Entre R$ 5.000 e R$ 7.350 de salário bruto, o redutor do imposto de renda vai sendo retirado conforme o salário sobe. Some isso à alíquota da faixa e ao INSS e o resultado é que cada R$ 1 a mais na mão custa cerca de R$ 2 de bruto, contra R$ 1,38 nos salários mais altos. É a faixa mais cara de atravessar, e a calculadora mostra quando você está nela.
  • Acima do teto do INSS, a conta simplifica. Passado o teto, a contribuição para de crescer e só o imposto de renda continua acompanhando o aumento. Dali para cima, cada real a mais na mão custa perto de R$ 1,38 de bruto.

Perguntas frequentes

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